Problemas neurológicos e rinite são causas de perda e redução do olfato

Se causa for tratada no início, há chances de recuperar a perda olfativa

O olfato é fundamental para diversas situações do dia a dia – sentir cheiros ajuda a identificar riscos, como um gás vazando, por exemplo. No entanto, algumas pessoas podem ter essa capacidade olfativa prejudicada, como explicaram o neurologista Getúlio Dare Rabello e a otorrinolaringologista Francini Pádua.

Segundo os médicos, problemas como rinite, sinusite e uma simples gripe são causas possíveis de perda ou redução do olfato, que pode ser temporária ou definitiva.

Existem também problemas neurológicos que podem afetar, como mal de Parkinson, tumores no cérebro e traumatismo craniano. Seja qual for a causa, é importante ressaltar que, quanto antes for tratada, maiores as chances de recuperar a perda.

O neurologista explicou ainda que algumas pessoas podem ter também uma sensibilidade maior a cheiros fortes, principalmente mulheres com enxaqueca. A dor de cabeça pode ser também um dos sintomas da rinite, como lembrou o médico. É importante saber que existem vários tipos de rinite, desencadeadas por substâncias diferentes, como perfumes, cigarro, produtos de limpeza, pó, tinta e até o cheiro das flores.

A dica, portanto, é identificar o que desencadeia a crise e evitar o contato – ao pintar a casa, por exemplo, é melhor escolher tintas sem cheiro e abrir as janelas, como alertou a otorrinolaringologista. Em caso de nariz entupido, é preciso prestar atenção ao uso do descongestionante nasal, que só deve ser aplicado com orientação médica para não agravar ainda mais os sintomas.

Fonte: G1, 20/11/2014.

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