Vai viajar durante as férias? Saiba quais vacinas você deve tomar

12/12/2016

Jornal do Brasil

Durante o período de férias, que geralmente acontecem junto com as datas comemorativas do fim de ano, o fluxo de viajantes aumenta. Porém, antes de fazer as malas e aproveitar este momento é preciso estar atento à saúde. E, especialmente, na atualização das vacinas.

A Sociedade Paulista de Infectologia traz um alerta sobre a importância dos viajantes se atentarem às vacinas que devem ser tomadas e procurarem Centros de Orientação ao Viajante, em que é possível conferir se existe a indicação de uma vacina específica para o local de destino, como medida preventiva. Além disso, a rede pública do Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vacinas eficazes e gratuitas em quatro calendários: da criança, do adolescente, do adulto, do idoso e também dos povos indígenas.

Como medida de controle, alguns países exigem dos viajantes o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para o ingresso em seu território. “Geralmente, as vacinas têm um período que varia entre 10 dias a seis semanas até atingir a proteção esperada. Por isso, o ideal é que os viajantes se planejem para que os devidos cuidados sejam tomados com antecedência”, explica a presidente da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI), Dra. Thaís Guimarães.

A SPI ainda orienta que as pessoas que forem viajar para locais de turismo ecológico, verifiquem se a área tem risco de febre amarela. Neste caso, a vacina deve ser tomada pelo menos 10 dias antes da viagem. Já para quem escolher o exterior é preciso ficar atento, pois destinos como Itália, algumas regiões da África, Alemanha, Holanda e Reino Unido oferecem risco de infecção para o sarampo. Nessa situação, a vacina correta é a Tetra Viral, disponível em todos os postos de saúde do país, que protege também contra catapora, rubéola e caxumba.

“No geral, é recomendável que os cartões de vacinas de todos os viajantes estejam atualizados com as principais doses: Tríplice Viral, Hepatite B, Dupla Adulto e febra amarela, independente do destino”, finaliza a presidente.

Sociedade Paulista de Infectologia - Criada em 1993 e teve como primeiro presidente o infectologista Dr. Roberto Focaccia, que conseguiu reunir representantes das Faculdades de Medicina do Estado, de Hospitais Universitários e de grandes hospitais com Serviços de Infectologia. A prioridade estabelecida a partir desta data foi a de impulsionar a realização de eventos científicos destinados, sobretudo, aos infectologistas do interior do estado de São Paulo, o que foi concretizado nos inúmeros congressos e eventos da SPI. Os marcos mais relevantes da SPI se referem às realizações dos Congressos Paulista. Desde a sua fundação, a SPI já realizou nove edições do evento mais importante da federada paulista. Uma constante preocupação da Sociedade Paulista refere-se à atualização permanente dos infectologistas. Com sucessivas conquistas, a SPI consolida seu espaço como a maior federada da Sociedade Brasileira de Infectologia, reunindo atualmente cerca de 700 associados.

Jornal do Brasil - 12/12/2016

Unidades: Centro | Madureira | Niterói | Tijuca. Consultas com hora marcada.
Central de Marcação de Consultas: (21) 3515-0808